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As aulas de Nihongo (Japonês).

02/12/2009

Oi pessoal!

Uma das coisas que aconteceram nessas últimas semanas e que eu, particularmente, adorei, foram as minhas aulas de japonês!

Um belo dia o Rafa me manda um email, encaminhando um fax que haviam recebido. Se tratava de uma oferta de um intensivo de aulas de japonês, para o nível básico, de uma escola chamada Fortran. Eu topei na hora e pedi para o Rafa mandar meus dados, estava super animada em participar. Eu frequentei dois semestres de aulas de japonês no Brasil, mas dois semestres (1 1/2 na verdade) não é nada quando se trata de japonês!

Fiquei animada pelo fato de ter uma atividade (já falei para algumas pessoas… Ficar a toa só é bom quando estamos cheios de coisas para fazer!) e também por interagir com pessoas novas e que eu acreditava estar numa situação parecida com a minha (recém chegados a um país onde não dominam o idioma, onde quase tudo é novidade, etc…) e realmente foi ótimo para mim. Adoro ter uma rotina: acordar cedo, ir para a aula e daí continuar os afazeres do dia… estudar… Não fui criada para ficar a toa! Fico com agonia mesmo!

No email que o Rafa me mandou e também no site da escola tem um mapa indicando como chegar lá. Tudo aqui tem que ter um mapa, claro! Mas para não dar vexame no primeiro dia de aula (lembrando que as aulas eram pela manhã), resolvi ir antes à escola… Só para fazer o caminho mesmo para não me perder no primeiro dia de aula. E numa “bela” sexta-feira, segui para Ebisu, “bairro” onde fica a escola. Super fácil chegar lá… Pegando a linha Hibiya do metrô, aqui perto de casa, só duas estações até lá… Ótimo! Cheguei lá por volta das 16h, mas estava chovendo e já estava bem escuro… Se não estivesse de relógio, juraria que eram 21h… ou mais!

Aqui, existem nas esquinas as Koubans, pequenos postos policias que servem bastante para dar informação sobre endereços (já que a criminalidade mesmo não é um fator de detasque do cotidiano). Não tive dúvidas já encontrei a bendita e fui direto perguntar pela avenida que eu precisava saber qual era para procurar a escola. Até aí, tudo bem. Comecei a seguir pela direção correta, seguindo o mapa, mas as referências não batiam. Mudei de direção. Andei mais um tanto… Comecei a ficar preocupada, mas estava ali para aquilo mesmo: me perder na sexta-feira, para na segunda-feira saber o caminho correto para a aula e não me atrasar! O pior era que a chuva não dava trégua e ventava bastante… Vontade louca de jogar o guarda-chuva fora! Davam aquelas rajadas de vento que deixavam o guarda-chuva do avesso, quase surtei! Queria uma capa de chuva… Mais prática!

Pedi informação para uma moça que me indicou a outra direção… A que eu segui primeiro. Nada batia com o mapa que eu tinnha, mas ahhh… fui para um lado e não achei… Vamos seguir para o outro, não é mesmo?! Não é que deu certo?!

Achei a escola e fiquei confiante para segunda-feira chegar lá na hora, coisa difícil para mim. Além de fazer o que queria (achar a Fortran), acabei conhecendo mais um pedacinho da cidade. E acho que de pouco em pouco, vou criar meus laços e ter meus pontos favoritos por aqui. 🙂

As aulas foram ótimas: dois professores Ono sensei e Yumiko sensei e alguns colegas que alguns dias foram, outros não. Na foto: Thomas (Rep. Dominicana), Angelica (Bolivia), Assa (Embaixatriz de Moçambique), Ono sensei e Yumiko sensei. O único que não apareceu no dia da foto foi o Embaixador de Moçambique, Belmiro (muito figura, por sinal)!

Depois dessa semana de aulas, já fomos numa festa (mais uma reuniaozinha) da escola, tivemos a oportunidade de conhecer outros professores e também outros alunos e curti o ambiente. Resolvi continuar as aulas lá. Com tempo, escrevo mais sobre a escola!

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7 Comentários leave one →
  1. Antonia Terra permalink
    02/12/2009 6:49 am

    Uma verdadeira odisséia para encontrar a escola, pena que o guarda chuva atrapalhou um pouco!

    Só uma dúvida: a professora está sentada ou é mini?

    beijos,

    • 02/12/2009 12:52 pm

      Morri de rir aqui!
      A Yumiko sensei não é mini não, estava sentada mesmo!

      Depois de achar a escola a gente vê como é simples chegar lá. Da porta de casa até a porta da escola, levo 30 minutos no cronômetro. Mas as referências do mapa não ajudaram muito… Tem o desenho de umas ruas que na vida real devem ter entre 2 e 3m de largura, no meio de prédios… Caminhando a gente nem repara nelas! Parecem mais afastamentos entre os prédios!

      Ainda bem que fui antes e não deixei para me perder no dia da aula, né?! 🙂

  2. Isabella permalink
    12/12/2009 1:06 am

    hahaha,

    também pensei que a professora fosse anã!

    vc tá branquinhaaaa!!! sua franja tá linda!

    beijo!

  3. pedro permalink
    17/12/2009 10:24 pm

    se a professora fosse anã a alê não continuaria nas aulas. FATO! haha

  4. celia permalink
    24/12/2009 9:32 am

    Eu já vi gente esperta, mas igual ao Pedro, never. Realmente, se a professora fosse uma ananzinha, a Alexandra ia mudar de escola, com c e r t e z a !!! O Peter não perde pra ninguém. G o o o l!!!

  5. Bianca permalink
    25/02/2010 3:46 am

    Olá!! Achei mto legal sua aventura a procura da escola!!rs
    Eu queria saber se qualquer pessoa pode fazer esse curso, tbm fiquei mto interessada!!

    Valew!!

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